Gaivota
Trazer-me o céu de Lisboa
Num desenho que fizesse
Nesse céu onde um olhar
É uma asa que não voa
Esmurece e cai no Mar
Que perfeito coração
No meu peito bateria
Meu Amor na tua mão
Nessa mão onde cabia
Perfeito o meu coração
Se um Portugues marinheiro
Dos sete mares andarilho
Fosse quem sabe o primeiro
A contar-me o que inventasse
Se um olhar de novo brilho
Ao meu olhar se enlaçasse
Que perfeito coração
No meu peito bateria
Meu Amor na tua mão
Nessa mão onde um dia
Partiu o meu coração
Se ao dizer Adeus à vida
As aves todas do céu
Me dessem na despedida
O teu olhar derradeiro
Esse olhar que era só meu
Amor que foste o primeiro
Que perfeito coração
Morreria no meu peito
Meu amor na tua mão
Nessa mão onde cabia perfeito o meu coração.....
a melhor maneira de recomeçar.
terça-feira, 6 de Outubro de 2009
Publicada por Carolina em 1:35 AM 3 comentários
Etiquetas: Música
a banda sonora de uma noite ... xD
sexta-feira, 18 de Setembro de 2009
Publicada por Carolina em 4:26 AM 0 comentários
Setembro
terça-feira, 15 de Setembro de 2009
De volta ;) Ano Novo, e vida quase nova... Avizinha-se um ano mt trabalhoso, mas também cheio de boas surpresas... “Para mim, não passas, por enquanto, de um rapazinho em tudo igual a cem mil rapazinhos. E eu não preciso de ti. Para ti, não passo de uma raposa igual a cem mil raposas. Mas, se me cativares, precisaremos um do outro. Serás para mim único no Mundo. Serei única no Mundo para ti.”
Publicada por Carolina em 5:21 PM 0 comentários
this blog is on vacation.
quarta-feira, 12 de Agosto de 2009
cyaaaa :D
Publicada por Carolina em 12:24 PM 3 comentários
assim.
terça-feira, 21 de Julho de 2009
com tanta coisa aqui fechada a querer sair e no fim de tudo, não sai nada.
Publicada por Carolina em 11:40 PM 6 comentários
Quando for grande... vou ser bombeira :)
quarta-feira, 8 de Julho de 2009
Publicada por Carolina em 7:44 PM 2 comentários
Não te amo
sexta-feira, 19 de Junho de 2009
Não te amo, quero-te: o amar vem d'alma.
E eu n'alma --- tenho a calma,
A calma --- do jazigo.
Ai! não te amo, não.
Não te amo, quero-te: o amor é vida.
E a vida --- nem sentida
A trago eu já comigo.
Ai, não te amo, não!
Ai! não te amo, não; e só te quero
De um querer bruto e fero
Que o sangue me devora,
Não chega ao coração.
Não te amo. És bela; e eu não te amo, ó bela.
Quem ama a aziaga estrela
Que lhe luz na má hora
Da sua perdição?
E quero-te, e não te amo, que é forçado,
De mau feitiço azado
Este indigno furor.
Mas oh! não te amo, não.
E infame sou, porque te quero; e tanto
Que de mim tenho espanto,
De ti medo e terror...
Mas amar!... não te amo, não.
Almeida Garrett
Publicada por Carolina em 10:57 PM 2 comentários
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